“Thank God for teen pregnancy!”
E pronto. Para o ano há mais. Com muitas confirmações e algumas surpresas, os Óscares lá fizeram 80 anos com uma gala que pecou pela falta de espectáculo, apesar de Jon Stewart estar à altura do acontecimento. Nesse nível, foi uma noite muito banal, fazendo-me concordar com o que o Mário Augusto acabou de dizer na SIC, apesar de achar que o cinéfilo de Carnaxide disse umas coisas dignas de quem passou uma noite inteira sem dormir e bebeu uns copos a mais… Mas atenção: isto sou eu que nada percebo sobre o mundo do cinema!

As minhas previsões (como disse há uns tempos, isto para mim é um enorme jogo de apostas), acabaram por se confirmar, na sua essência. Transformers, apesar da sua medíocridade, merecia os Óscares para que estava nomeado. A minha aposta pessoal em Tilda Swinton acabou por se concretizar. De resto, só errei ao prever a cinematografia de The Diving Bell and the Butterfly e a vitória de Julie Christie. E como foi bom ver Diablo Cody e “Falling Slowly” premiados… Enfim, para o ano há mais!

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